Amares

Presidente da Câmara de Amares solicita reunião “urgente” com DGeste para tratar caso de Lago

O presidente da câmara de Amares vai exigir uma reunião com caráter de urgência à DGeste para abordar a criação de mais uma turma no Centro Escolar de Lago. Manuel Moreira marcou presença numa reunião com pais, agrupamento de escolas e presidentes de junta, este fim-de-semana, para abordar este assunto e vai endurecer a luta.

O autarca não gostou do tratamento que a direção geral deu a este assunto, quase na linha do ‘ter mais que fazer’. Manuel Moreira voltou a dizer que “não podem andar sempre a pedinchar dinheiro à câmara para assuntos que são da responsabilidade deles e depois quando a câmara precisa dizem que têm mais do que fazer”.

Para o autarca esta “atitude é inconcebível. Serei eu a exigir a marcação da reunião”. No encontro, segundo apurou o ‘Terras do Homem’, vão estar presentes representantes dos pais, a junta de freguesia, o agrupamento de escolas e a Associação de Pais.

Sérgio Silva, adjunto da direção do Agrupamento de Escolas explicou todo o procedimento que levou à criação de duas turmas. Houve um período de inscrições, depois o Agrupamento criou duas turmas em função do número de alunos inscritos. “Já depois de as duas turmas estarem fechadas, apareceu mais uma inscrição que a DGeste não considerou”.

Ainda segundo Sérgio Silva, a DGeste ainda perguntou se no Agrupamento havia um recurso humano para se ponderar criar a terceira turma, como não havia, foi recusada.

O ‘Terras do Homem’ sabe que já houve desistências noutros níveis de ensino por um dos irmãos não ter vaga no Centro Escolar de Lago. Ainda, segundo o apurado pelo ‘Terras de Homem’ em causa, com alunos condicionais, está-se a falar de meia dúzia de crianças que não têm vaga em Lago.

O Presidente da Associação de Pais, também, foi crítico da postura da DGeste. Cristóvão Gomes tinha sido um dos solicitadores da reunião recusada pelo organismo público. “Eu estou solidário com os pais, como é evidente” e “não aceito que se dê uma resposta que despreza os pais sem seque os ter recebido dizendo, ‘casos como este tenho muito’”.

Para Cristóvão Gomes a postura, ainda é mais estranha quando “há, em concelhos vizinhos turmas como seis e sete alunos”.

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