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Juntas de Lago e Barreiros revoltadas pela não abertura de mais uma turma no Centro Escolar

Os presidentes da junta de Lago e Barreiros revoltados e desagradados com a decisão da Dgeste em não abrir mais uma turna no Centro Escolar do Vale do Cávado. As autarquias deixaram “o nosso voto de revolta, desagrado e pesar se a Dgeste mantiver a posição irredutível de não diluir os alunos em 3 salas”.

O autarca de Lado explica que foram feitas “todas as diligencias necessárias junto das entidades competentes no sentido de ver revertida a decisão de não abrir a tão desejada sala”. Inclusive foi pedida uma reunião junto da Dgeste que “foi recusada”.

O organismo ministerial remete a constituição das salas para uma lei anterior à Pandemia. “Custa-nos aceitar tal sabendo que o nosso Centro Escolar tem todas a condições. Se existem 50 alunos matriculados (1 deles com necessidades especiais) não pode chocar a ninguém a possibilidade de serem constituídas 3 salas com 16 + 17 +17 alunos”.

Através de responsáveis do Agrupamento de Escolas, os autarcas ficaram a saber que “a decisão tomada pela Dgeste é irreversível”.

Juntas sem poder

Delfim Rodrigues lamenta que as Juntas e o Município não tenham “qualquer influencia neste processo, a não ser o que temos feito: pedir e reclamar. Infelizmente não nos quiseram ouvir”.

Perante a postura da Dgeste, as duas juntas vão “repensar” o apoio que têm dado à atividade do centro escolar, “acima do mínimo exigido. As Juntas não podem servir somente para financiar os artigos de higiene, limpeza, expediente, desporto, música, visitas de estudo, festas de natal, passeios, festas de final de ano, etc, etc, etc”.

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