Assalto frustrado danifica Confeitaria Frei Doce em Freiriz

Um assalto frustrado, cometido durante esta noite, danificou a Confeitaria Frei Doce, em Freiriz. O caso a ser investigado por militares do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Braga da GNR.

Este assalto ocorreu menos de uma semana depois de outra tentativa de furto, com sequestro, na freguesia da Lage, situações criminosas pouco habituais na zona e que já estão a preocupar a população.

Os prejuízos são avultados, mas aparentemente nada foi furtado, segundo explicou já esta manhã, ao ‘Terras do Homem’, o proprietário da Pastelaria Frei Doce, Nuno Mota, que se queixa da destruição da porta principal o estabelecimento.

Assaltos sucessivos em Vila Verde

Vila Verde tem vindo a registar uma vaga de crimes.

O mais recente vitimou um jovem de 16 anos, sequestrado por cinco indivíduos, dentro da sua própria residência, um solar oitocentista da Rotunda do Emigrante, freguesia da Lage, pelo que a estrutura sindical da GNR, ouvida pelo Terras do Homem, questiona “se o Destacamento Territorial da GNR de Braga só está à espera de uma tragédia para reforçar de efetivos aquela zona”.

De acordo com fontes sindicais da GNR, “a falta de reforços, outrora oriundos de Braga, do Destacamento Territorial, para os postos de Prado e de Vila Verde, “estão a potenciar este tipo de situações, porque os dois quartéis da GNR no concelho de Vila Verde, sendo dos mais modernos do distrito de Braga, continuam com uma falta de efetivos a todos os títulos preocupante, nós já temos alertado, junto da hierarquia direta”.

A presença de anteriores comandantes do Destacamento Territorial da GNR de Braga tem sido recordada por militares de base de ambos os Postos, porque “nessa ocasião o oficialato ia para o terreno e dava o exemplo, a qualquer hora do dia ou da noite, trazia reforços de Braga e as coisas iam-se resolvendo”, o que atualmente não acontece, segundo revelaram as mesma fontes, enquanto em Vila Verde já se fala no eventual regresso das ‘milícias populares’ para “vigiar esta zona” caso a GNR nada faça”.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.