Empresa de Braga apoia colaboradores que fizerem compras no comércio local

Os colaboradores da F3M que façam as suas compras de Natal no comércio tradicional vão receber, da empresa, um apoio monetário que permitirá cobrir despesas efetuadas.

A iniciativa, que pretende dar um novo impulso ao comércio tradicional local, vai ao encontro do apelo de responsabilidade social lançado pela Associação Comercial de Braga (ACB), que incentivou empresários do concelho a apoiarem este setor, um dos mais afetados pela atual crise pandémica.

A F3M irá assim oferecer, a cada colaborador, um valor monetário fixo, utilizado para cobrir a aquisição de produtos, bens e serviços em estabelecimentos comerciais tradicionais durante a época natalícia, contribuindo, dessa forma, para dinamizar e revitalizar a economia local.

“O pequeno comércio é, sem dúvida, um dos mais afetados e um dos que mais está a sofrer com esta situação de pandemia. Por isso, quisemos fazer a nossa parte e dar o nosso contributo para que o Natal possa ser, na medida do possível, um pouco mais animador e otimista para todos”, refere Pedro Fraga, CEO da F3M.

“Com este gesto, que, para nós, pretende ser também simbólico e ao qual os nossos colaboradores se associaram desde a primeira hora, queremos evidenciar a nossa postura ativa, dinâmica e de apoio à comunidade e ajudar, no que for possível, para minimizar o impacto desta pandemia que, a todos, nos tem afetado de alguma forma”, esclarece ainda o responsável.

O agravamento da situação pandémica no país e as medidas mais restritivas para travar o vírus estão a ter um impacto forte na economia nacional.

Os últimos dados divulgados pelo Banco de Portugal revelam que o endividamento da economia portuguesa voltou a subir para 738 milhões de euros, estando prevista, para os últimos meses do ano, uma nova uma contração na curva de crescimento da economia.

Com sede em Braga, escritórios em Lisboa, Luanda e Maputo e mais de 100 colaboradores, a F3M é atualmente um dos maiores grupos de tecnologia em Portugal.

Composta por três empresas portuguesas – F3M, Megalentejo e Dot Pro – além da F3M Angola e da F3M Moçambique, a F3M centra a sua atividade no desenvolvimento de software à medida para mercados específicos (economia social, óticas, têxtil e saúde), assim como na implementação de soluções de gestão empresarial e infraestrutura tecnológica.

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