O Ministério Público (MP) acusou de falsificação de documento dois funcionários da Câmara de Amares e dois farmacêuticos, por alegadamente terem forjado uma planta e uma certidão para viabilizar a mudança de local de uma farmácia.
Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Regional do Porto refere que, com base naqueles documentos falsos, o Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde deferiu o pedido de transferência, por despacho de 14 de março de 2014.
O Ministério Público (MP) considerou indiciado que os farmacêuticos exploravam uma farmácia em Ferreiros, Amares, através de uma sociedade comercial que também é arguida no processo.
Ainda segundo o MP, aqueles arguidos, em 2014, pretendendo transferir as instalações da para um outro local, “se viam impedidos de o fazer porque esse local não cumpria os requisitos legais de distanciamento a uma outra farmácia já existente e os proprietários desta não lhes consentiam a instalação sem cumprimentos desses requisitos”.
