Terras de Bouro

Falta de notificação pode ter levado à prescrição da demolição da casa que foi de Cristiano Ronaldo no Gerês

Um dos motivos que poderá ter levado à prescrição da demolição da casa que pertenceu a Cristiano Ronaldo no Gerês, prescrição decretada pelo Ministério Público, prende-se com o facto do futebolista nunca ter recebido às notificações que lhe foram enviadas.

Segundo fonte ligada ao processo explicou ao ‘Terras do Homem’, as dificuldades que a autarquia, liderada na altura por Joaquim Cracel, e de outras entidades, tiveram em notificar o jogador fez com que o processo ficasse parado e sem desenvolvimentos.

O autarca de então, revelou que a notificação do atleta prendia-se com a correção da construção de um campo de futebol de sete e de ténis e o pagamento de uma coima de 200 euros. Ainda segundo o que foi possível apurar, “Cristiano Ronaldo nunca terá sido ouvido neste caso”.

Segundo conta a TVI24, a casa foi construída numa zona reservada daquela região e violava as regras urbanísticas, mas o processo já terá prescrito.

Assim, mesmo tendo sido edificada incorrendo em violações e não cumprindo o próprio projeto, o Ministério Público arquivou o processo.

Neste, explica ainda o canal, estavam envolvidos 31 acusados, nos quais constavam presidentes de juntas de freguesia e técnicos das câmaras municipais de Terras do Bouro e de Vieira do Minho. Eram imputados, entre outros, crimes de violação de regras urbanísticas e falsificação de documento.

Recorde-se que, em 2019, o defesa dos ‘dragões’, Pepe, comprou a mansão por 2,5 milhões de euros. Os meios espanhóis revelaram, na altura, que CR7 reduziu 1,5 milhões de euros no preço da casa, isto porque, apenas um ano antes, a habitação tinha sido avaliada em quatro milhões.

A habitação, com uma magnífica vista rio, conta com seis casas de banho, jacuzzi e campo de ténis.

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