PAF de Empregados de Restaurante/Bar oferece recital de cores e paladares na EPATV

Os finalistas do Curso de Educação e Formação (oitavo e nono anos de escolaridade) da Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV) ofereceram aos seus convidados um recital de sabores, repletos de cor através de um “brunch” que constituiu a sua Prova de Avaliação Final (PAF).

Com apoio dos Professores Olga Martins (Diretora de Curso), Marco Alves (Diretor de Turma) e António Igreja, ao longo da manhã, os finalistas prepararam uma alternativa de refeição, misturando os pratos matutinos com as receitas para o meio dia. O nome é uma fusão entre as palavras “breakfast” (café da manhã, em inglês) e “lunch” (almoço, em inglês).

Perante um júri que incluiu a Diretora Pedagógica da Escola, Sandra Monteiro, um representante da APHORT (Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo) e José Antunes (docente e proprietário do Restaurante Churrasqueira de Caldelas), os jovens, apesar de viverem idades e um contexto difícil “estiveram bem” — assinalou Camilo Sousa.

O representante da APHORT elogiou o trabalho dedicado, empenhado e competente dos professores da EPATV, uma vez que os alunos “se desembaraçaram bem nas suas tarefas”.

O brunch era constituído por uma paleta diversificada de cores e sabores que incluiu iogurte grego com mirtilos, chocolate e granola, panquecas, papas de aveia, ovos mexidos sobre tosta e abacate, tosta de queijo fresco com salmão fumado, cogumelos salteados, bolo de laranja, seleção de frutas, pão de espinafres, águas aromatizadas, sumo natural de frutas, café, leite e chá.

Sandra Monteiro não escondeu a sua alegria: “Está espetacular! Isto nem no Sheraton. Está um luxo, cinco estrelas”.
Olga Martins, diretora de curso, lembra que o percurso de um CEF requer outro tipo de ensino para a aprendizagem, mas todos concluíram com muito sucesso”.

A Diretora de Curso revelou que a avaliação final onde cada um teve tarefas específicas permite-nos saborear um balanço muito positivo, pelo empenho, dedicação com que demonstraram os seus conhecimentos nas FCT’s (Formação em Contexto de Trabalho). Todos continuam na Escola (agora no Ensino Secundário Profissional) e a maioria quer seguir esta área de atividade”.

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