Covid-19 em Amares, Terras de Bouro e Vila Verde em risco mais baixo

Segundo o relatório da direção geral de saúde, hoje divulgado, os três concelhos do Vale do Homem está no risco mais baixo em relação à Covid-19. Terras de Bouro, inclusive, não tem nenhum caso reportado nos últimos 14 dias. Assim, em Amare estão registados nove casos e em Vila Verde 65.

Alvito, Cuba e Penedono são os três concelhos de Portugal em risco extremo de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), dia em que foram notificados mais 766 contágios e sete mortos.

Alvito é o concelho onde a situação é mais grave, com uma incidência de 2.958 casos de infeção por 100 mil habitantes. Segue-se Penedono com uma incidência de 1.166 casos, e Cuba com 1.100.

Há uma semana, recorde-se, eram dois os concelhos em risco extremo da infeção: Alvito e Cuba.

O risco extremo de infeção verifica-se quando um concelho tem uma incidência cumulativa a 14 dias acima dos 960 casos de infeção por 100 mil habitantes.

Por outro lado, há cerca de quatro dezenas de concelhos que registam uma incidência de zero casos, de acordo com o mesmo relatório, praticamente o mesmo valor de há uma semana.

Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Portugal aproxima-se do laranja
Os dados da DGS atualizados esta sexta-feira mostram ainda que Portugal aproxima-se da zona laranja da matriz de risco, com o Rt nacional e no continente em 1, tendo aumentado face ao reporte anterior. Já a incidência nacional, que também subiu, está nos 84,2 casos e no continente é de 84,4 casos.

Portugal registou, nas últimas 24 horas, sete mortes e 766 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado esta sexta-feira pela DGS. Com esta atualização, o país passa a acumular 1.078.729 contágios e 18.078 mortes desde o início da pandemia.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *