O CLDS 4Geira, sediado em Terras de Bouro, apresentou, hoje, os resultados da sua atividade, numa altura em que a continuidade do projeto, ainda, não está garantida pelo Governo. Tendo como entidade gestora a ATAHCA, o presidente Mota Alves, revelou ter “garantias da sua continuidade”, independentemente da futura entidade gestora.
Uma exposição no átrio da câmara municipal marca um dos trabalhos mais emblemáticos do CLDS 4Geira: a recolha de 13 histórias que fazem parte do património cultural do concelho por pessoas que as viveram de perto. A cerimónia serviu ainda para atribuir seis selos a empresas que se distinguiram com boas práticas.

“É a primeira vez que Terras de Bouro tem um CLDS e o seu trabalho no terreno é reconhecido por todos”, referiu Mota Alves, acrescentando que “fez a ponte entre instituições, autarquias, associações e as pessoas” dando “uma resposta mais rápida e eficaz às pessoas, que no fundo, é aquilo que elas procuram”.
O presidente da câmara, Manuel Tibo, salientou o “trabalho que o CDLS teve nestes três anos”, com “destaque na pandemia e nas respostas que deu à população”. O autarca revelou conversas com a titular do Ministério da Segurança Social para a continuidade do projeto: “estou em crer que vamos ter um CLDS 5”.

Manuel Tibo apresentou os três motivos para que este trabalho continue: “não deitar fora todo o ‘know how’ desenvolvido nestes anos; a criação de emprego, quer garantindo a continuidade das técnicas quer no trabalho que elas fazem respondendo às oportunidades de emprego e porque o dinheiro fica em Terras de Bouro”.




