O ex-diretor técnico de uma farmácia em Amares, suspeito de ter burlado o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 15 mil euros, através da alegada simulação da venda de medicamentos comparticipados pelo Estado, foi absolvido por falta de provas, pelo Tribunal de Braga.
Horácio Antunes era acusado de burla e falsidade informática por, segundo o Ministério público, ter obtido para a farmácia de Amares 15 mil euros, correspondentes a comparticipações de mais de 2500 medicamentos que não vendeu.
O tribunal provou que houve irregularidades, mas não recolheu prova suficiente da responsabilidade do arguido. Além do arguido, mais sete pessoas tinham acesso ao programa informático destinado a obter as comparticipações.
