A reunião final para a aprovação do PDM de Amares juntou as 20 entidades necessárias para a apreciação e votação do ‘novo’ regulamento. Apenas a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Direção Geral do Território (DGT) votaram contra. A novidade foi trazido pelo presidente de câmara na reunião do executivo e mereceu os aplausos de todos os vereadores.
Segundo Manuel Moreira, nos próximos dias haverá reuniões com as duas entidades que se manifestaram contra e “os problemas existentes serão sanados”. É convicção do autarca que na Assembleia Municipal de Dezembro, e depois de cumpridos todos os prazos legais, se possa aprovar a versão definitiva do documento.
Ao ‘Terras do Homem’, Manuel Moreia diz desconhecer os motivos que levaram a DGT a votar contra, “irei saber na reunião que temos marcado”. Já em relação à APA, o chumbo deverá a ter que ver com o uso de ribeiros para a regra de campos. “Foi essa a informação que eles nos deram”, uma justificação que Moreira considera “inaceitável. É não conhecer o território e as práticas que as pessoas têm para regarem os seus campos”. Uma das freguesias em causa é Fiscal.
Os vereadores da oposição manifestaram o seu regozijo pela notícia. No entanto, Emanuel Magalhães foi mais longe e pediu a revisão do regulamento do PDM: “não serve os interesses atuais do concelho”, referiu.
Pedro Costa do PS lembrou que a “atual legislação é desajustada da realidade dos concelhos e vai promover a desertificação. O estarmos à frente e a fazer bem o processo é uma mais valia para todos”.
