Curiosidades

Lave sempre as mãos depois de mexer nestas oito coisas. Podem ser tóxicas

A Covid-19 trouxe o hábito de lavarmos as mãos mais vezes. Pelo menos assim deveria ser. Se não o faz, o melhor é começar. Existem objetos do dia a dia onde é capaz de tocar com frequência que podem ser tóxicos.

A revista Reader’s Digest falou com alguns especialistas para perceber as consequências para a saúde em mexer em alguns objetos e coisas comuns.

1- Recibos e faturas de lojas

“Muitos recibos são impressos em papel térmico, o que significa que são cobertos por uma fina camada de pó que desenvolve a tinta necessária. Este pó contém um produto químico que está associado ao desenvolvimento de cancro ou diabetes”, conta Will Bulsiewicz.

2- Sprays e repelentes contra insetos

“Os compostos químicos podem ser absorvidos pela pele e inalados. Envenenam insetos, e também humanos, ao interromper os neurotransmissores necessários ao funcionamento adequado do corpo”, conta Alexea M. Gaffney-Adams.

3- Detergentes para a roupa

“Contêm produtos que podem ser facilmente absorvido pela pele e podem causar disfunção renal e hepática”, diz Maskfika N. Alam.

4- Panelas e frigideiras com revestimento antiaderente

“O alumínio ingerido tem sido associado à doença de Alzheimer e a vários tipos de cancro. Se encontra marcas na sua panela, é altura de substituí-la”, refere Adam S. Gropper.

5- Desodorizantes e antitranspirantes

“Muitas fórmulas utilizam alumínio para coagular os poros e evitar a transpiração excessiva. Tal como a absorção de alumínio está associada à doença de Alzheimer e ao câncer de próstata e de mama, o melhor é optar por algo mais natural”, continua Adam S. Gropper.

6- Perfumes

“Algumas fórmulas contêm compostos perigosos que podem danificar as delicadas superfícies do sistema respiratório.”

7- Ambientadores

“A inalação destes compostos pode causar asma e danificar os pulmões”.

8- Desinfetante de mãos e sabonetes antibacterianos

“Alguns componentes podem provocar alterações na regulação hormonal”, explica Alexea M. Gaffney-Adams.

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