A 31ª edição da Festa das Colheitas já abriu portas, com uma sessão de abertura onde foram valorizadas e elogiadas as práticas agrícolas locais e os produtos com cariz mais biológico. A presidente da câmara de Vila Verde, lembrou que a Festa “vive de parcerias com instituições e associação” assumindo a agricultura “um eixo estratégico”, na definição de políticas concelhias. A Tuna dos funcionários da câmara de Vila Verde abriu a sessão.
“Este é a prova da valorização da agricultura e da pecuária, mostrando o que Vila Verde tem de melhor em termos de produtos, tradições e festa popular”. A autarca referenciou, ainda, os incentivos existentes como o pagamento de 50% na sanidade mental, isenção de taxas para a instalação de empresas ligadas a estas áreas.

Júlia Fernandes espera cinco dias com “milhares de pessoas, não só no palco das festa, mas em toda a área envolvente” e revelou a existência de jovens agricultores a apostar e, pequenos frutos”, um sinal da atratividade do concelho para a instalação de novas práticas agrícolas.
Antes, o presidente da ATAHCA aproveitou para lamentar “o momento crítico do abandono da terra”, e elogiar os investimentos que estão a ser feitos no concelho: 10 hectares de limão, um hectare de cidrão, “que estava quase inexistente na região”. Aproveitando a presença do diretor da adjunto da direção regional de agricultura do Norte, Mota Alves lamentou que “num altura em que há freguesias que perdem 10% da população, insiste-se me reconhecer estes territórios como urbanos e há cidades com mais de 20 mil habitantes que são rurais”.
José Moreira Matos, diretor adjunto da direção regional de agricultura do norte, foi “mais optimista no cenário traçado” e referiu o pacote “robusto de medidas” que o Ministério está a implementar para desenvolver a agricultura. “A forma como tratamos as pessoas ligadas à agricultura, os animais, é um bom cartão de visita para os nossos concelhos” atraírem gente.




