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Tomada de posse da nova Comissão Diretiva do Centro de Estudos Mirandinos e apresentação do livro “Sá de Miranda e a História Literária”

Findo o primeiro quadriénio de atividades, tomou posse, na presença do Presidente do Município, Manuel Moreira, a nova Comissão Diretiva do Centro de Estudos Mirandinos (CEM) para um segundo mandato de quatro anos. Recorde-se que a fundação do CEM remonta a 23 de dezembro de 2019, altura em que foram aprovados os seus estatutos em reunião de Câmara.

Relativamente à Comissão Diretiva anterior, regista-se uma novidade. Trata-se de Patrícia Martins Monteiro, que passa a integrar na condição de vogal o órgão. Quanto aos restantes elementos, transitam da Comissão Diretiva anterior: Sérgio Guimarães de Sousa (Diretor), Augusto Fernandes Rodrigues Macedo (vogal), João Manuel Vieira Soares (vogal) e Mónica Cecília Fernandes Silva (vogal).

Segundo Sérgio Sousa, o primeiro quadriénio do CEM não podia ter corrido melhor: “o CEM destacou-se pelo seu dinamismo científico e cultural. Tratou-se da fundação do Centro e da sua legitimação institucional enquanto Centro de pesquisa dedicado à vida e à obra de Sá de Miranda e a Comissão Diretiva funcionou de um modo exemplar”. Quanto à inclusão de Patrícia Monteiro como vogal, Sérgio Sousa justifica-a pelo importante trabalho que prestou ao CEM, tendo sido fundamental na ampla divulgação das diversas atividades do Centro. “É uma pessoa”, refere Sérgio Sousa, “muito competente e responsável, e o CEM só tem a ganhar com a sua presença na Comissão Diretiva”.

Após a tomada de posse, foi apresentada a última publicação do CEM, o livro ‘Sá de Miranda e a História Literária’. Uma publicação que conta com o contributo de vários investigadores de grande renome e na qual se reflete sobre o lugar da obra de Sá de Miranda na historiografia literária portuguesa. Trata-se do quarto livro publicado no âmbito das atividades investigativas do CEM. O primeiro foi a ‘Obra Completa”, de Sá de Miranda, a que se seguiu ‘Sá de Miranda e o Renascimento’ e, mais recentemente, a ‘Peregrinação’, de Fernão Mendes Pinto.

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