O Ministério Público arquivou o inquérito aberto em 2023 para investigar um alerta da Câmara de Amares sob a existência de 60 alunos estudantes de Santo Tomé e Príncipe a frequentar estabelecimento de ensino profissional da profissional no concelho e a viver em antigas pensões de Caldelas e Rendufe.
Após várias diligências, não foram encontrados indícios de crime quer na atuação da escola profissional quer nos proprietários das casas alugadas a estudantes.
O aviso camarário referia a existência de alunos a viver em grandes dificuldades financeiras, nomeadamente, com incapacidade de comprar comida e que os jovens tinham vindo para Portugal com pouco dinheiro atrás de um curso,
