Amares

Recusa de subsídio à ALAREC motiva troca de galhardetes entre vereador do PS e Vice-Presidente da Câmara de Amares

O vereador do PS na Câmara de Amares, Pedro Costa, quis saber os motivos que levaram o executivo a recusar o apoio à ALAREC, pedido no âmbito da realização da Festa da Flor em Lago. O vereador criticou “a forma arbitrária na atribuição de subsídios municipais e a falta de critérios objetivos para entrega desses apoios”.

Pedro Costa sustentou a sua posição dando conta da recente recusa da entrega de um subsídio à associação lagoense, depois “da Vereadora Cidália Abreu ter dito em reunião de câmara que tinha recebido o pedido de apoio e estava a analisá-lo”.

Por isso, perguntou “qual foi o critério para recusar o pedido, se os 50% (valor que a autarquia diz assumir pelos eventos) não conta ou a atribuição tem a ver com quem pede nomeadamente com a cor política?”.

Coube ao Vice-Presidente, João Januário, responder dizendo que a “associação recebe um subsídio anual para apoio das suas atividades”, acrescentando que “temos um conjunto de eventos já elencados que vamos apoiar”. No caso, da Festa da Flor, o Município contribuiu nove tendas, um contador e 20 grades que “foi que nos foi pedido”.

João Januário reconheceu que o “critério é politico”, o que levou Pedro Costa a considerar “a atribuição de apoios uma pouca vergonha”. A situação ficou ‘pior’ quando na mesma reunião é aprovado um subsídio para a Junta de Freguesia de Lago para a realização do Lago em Festa.

“A minha intenção depois do que ouvimos aqui e pela incoerência dos critérios para a atribuição de apoios era mudar o meu sentido de voto e votar contra”, referiu Pedro Costa sobre esta proposta: “o critério politico é uma pouca vergonha”, voltou a referir, abstendo-se neste ponto.

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