O Município de Braga concluiu a requalificação do Polidesportivo do Fujacal, localizado na União de Freguesias de São José de São Lázaro e São João do Souto, intervenção que teve como principal objetivo melhorar as condições de segurança, conforto e utilização do equipamento.
A empreitada, que representou um investimento de aproximadamente 90 mil euros, consistiu na renovação do piso, requalificação da estrutura metálica, reparação do sistema de drenagem e modernização geral do espaço.
Entre os trabalhos realizados destacam-se ainda a substituição das redes de vedação, a instalação de novas tabelas de minibasquete antivandalismo, o reposicionamento das balizas e a elevação da vedação junto ao estacionamento.
A sessão inaugural decorreu esta quinta-feira ao final da tarde contando com a presença do presidente do município de Braga que saudou a finalidade deste investimento apelando em simultâneo ao uso coletivo, à prática desportiva e ao fortalecimento de laços entre vizinhos.
“Uma cidade faz-se de infraestruturas, mas constrói-se, sobretudo, através das pessoas que vivem os seus espaços públicos”
“Este polidesportivo representa muito mais do que um equipamento desportivo renovado. Representa um investimento nas pessoas. Num bairro com grande densidade populacional, apresentar um espaço gratuito, acessível e aberto a todas as gerações é criar oportunidades para praticar desporto, melhorar a saúde, fortalecer laços entre vizinhos e construir um verdadeiro espírito de comunidade”, declarou o presidente João Rodrigues.
Perante um conjunto alargado de moradores e utilizadores do espaço, o edil reconheceu que este espaço, agora “mais bonito, mais agradável e mais funcional” resulta de uma premissa que também orienta a atuação do município de Braga. “Queremos bairros onde as crianças possam brincar, os jovens praticar desporto, os adultos conviver e os mais velhos continuar a participar ativamente na vida da comunidade. Porque uma cidade faz-se de infraestruturas, mas constrói-se, sobretudo, através das pessoas que vivem os seus espaços públicos. E é por isso que continuamos a afirmar uma ideia simples: cuidar da nossa casa comum é também ocupá-la, respeitá-la e fazê-la viver”, finalizou.
