O Distrito de Braga consolidou-se, nos últimos anos, como uma referência política nacional para o CHEGA, fruto de um percurso de crescimento sólido e de uma forte implantação territorial. É perante este cenário de sucesso que a candidatura de Filipe Melo, com o programa eleitoral “Mais Competência, Mais Força”, se apresenta às eleições para a Comissão Política Distrital, defendendo um modelo de ação focado na eficácia e no apoio incondicional aos eleitos locais.
O programa estratégico de Filipe Melo assenta num “Motor Duplo”: fortalecer de forma rigorosa a estrutura interna para, em simultâneo, projetar uma força externa influente e próxima das populações e do tecido empresarial minhoto. Em claro contraste, a candidatura liderada por Filipe Melo lamenta que as listas opositoras tenham pautado o seu discurso por uma narrativa de alegada “credibilização”, o que considera um insulto direto aos militantes que deram a cara pelo partido nos últimos seis anos. Assumir que o CHEGA Braga carece de credibilidade é ignorar o esforço, o
sacrifício e a resiliência de todos os que lutaram para transformar este distrito num verdadeiro bastião da direita nacional.
A crítica da candidatura estende-se particularmente à lista encabeçada por Carlos Barbosa, que integra nomes como Nuno Vaz Monteiro e Paulo Pimenta, atuais membros da distrital. Para Filipe Melo, esta pretensa vontade de “mudar” revela uma profunda incoerência política: se os opositores apontam falhas à gestão atual, estão simultaneamente a confessar a sua própria corresponsabilidade e incapacidade enquanto dirigentes no mandato que agora cessa.
“Não podemos aceitar propostas de burocratização asfixiante que pretendem criar uma malha de estruturas verticais, comissões e subcomissões. Este modelo de ‘chefinhos’ e de criação de ‘mini- quintais’ de poder é um reflexo direto do modus operandi do Partido Socialista — e que o CHEGA nasceu precisamente para combater”, afirma Filipe Melo.
Rejeitando categoricamente a visão de um “partido-aparelho”, Filipe Melo define como prioridade absoluta o apoio real, prático e funcional aos 94 eleitos locais que o CHEGA detém no distrito de Braga. A candidatura defende que os autarcas não se gerem por mero decreto ou através de “caixinhas” organizativas de papel. Como resposta concreta às necessidades dos eleitos, a lista B, encabeçada pelo deputado Filipe Melo, propõe a criação da Academia do Autarca. Trata-se de um sistema dinâmico de mentorias e acompanhamento técnico e jurídico permanente, concebido para respeitar a autonomia, a identidade e a velocidade própria de cada eleito local na sua respetiva freguesia ou município.
Em suma, enquanto outras candidaturas se perdem em manuais burocráticos e planos de 100 dias irrealistas, a lista de Filipe Melo apresenta um caminho claro de concretização, com objetivos definidos para ligar eficazmente a base local ao Parlamento Nacional, valorizando sempre o mérito e o trabalho daqueles que servem as populações.
“Braga precisa de continuar a ser o motor de força e competência do CHEGA em Portugal e assim alcançarmos juntos o objetivo de ser a primeira força política no Distrito”, conclui o candidato.
