Paulo Cunha assinala dois anos de mandato no Parlamento Europeu, com a defesa dos interesses de Portugal no centro da sua atuação. Desde o início da atual legislatura, período em que assumiu também a liderança da Delegação do PSD, o eurodeputado tem acompanhado alguns dos principais desafios que marcam o presente e o futuro da União Europeia, com particular atenção à competitividade, à energia e à segurança.
“O compromisso que assumimos com os portugueses foi o de sermos a sua voz na Europa. É isso que temos procurado concretizar, através de políticas que respondam aos interesses de Portugal e, ao mesmo tempo, ajudem a construir uma Europa mais forte”, afirma Paulo Cunha.
A competitividade tem sido uma das principais prioridades do mandato. Enquanto membro da Comissão da Indústria, Investigação e Energia, Paulo Cunha tem trabalhado para reduzir a burocracia, simplificar as regras europeias e criar melhores condições para que as pequenas e médias empresas e a indústria possam investir, inovar, crescer e criar emprego.
Para o eurodeputado, reforçar a competitividade europeia é também criar oportunidades para que os jovens possam construir o seu futuro em Portugal, com empregos mais qualificados e estáveis.
“O sucesso das empresas é também o sucesso dos territórios onde estão instaladas. Precisamos de empresas que exportem mais, acrescentem mais valor e criem mais emprego, para que os nossos jovens não tenham de sair dos seus territórios à procura das oportunidades que não encontram em casa”, sublinha.
A energia e a autonomia estratégica europeia têm igualmente marcado o trabalho desenvolvido ao longo destes dois anos. Paulo Cunha tem defendido uma maior aposta nas energias renováveis e na redução das dependências externas da União Europeia, valorizando o potencial estratégico de Portugal e as oportunidades que a transição energética pode representar para o país.
Na área da segurança, o eurodeputado tem acompanhado de perto a evolução da resposta europeia aos desafios migratórios, uma das matérias centrais do seu trabalho na Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos. Ao longo do mandato, a sua intervenção nesta área tem-se centrado no reforço da proteção das fronteiras, numa imigração regulada e numa integração responsável dos migrantes.
“Queremos que quem escolhe a Europa para viver e trabalhar seja bem acolhido, mas isso exige regras claras, capacidade de integração e consequências quando essas regras não são cumpridas. Um Europa aberta deve ser também uma Europa capaz de garantir a sua segurança”, defende.
Paulo Cunha tem procurado levar a Europa para além de Bruxelas e Estrasburgo, mantendo uma relação de proximidade com os cidadãos e, em particular, com os mais jovens. A participação regular em encontros, debates e iniciativas em escolas e outras instituições tem sido uma forma de promover o conhecimento sobre o projeto europeu e envolver as novas gerações na reflexão sobre os desafios e o futuro da União Europeia.
“Estes dois anos mostram que Portugal tem tudo a ganhar quando participa ativamente na construção europeia e faz ouvir a sua voz nos momentos em que as decisões são tomadas. É esse o caminho que queremos continuar a construir: um Portugal mais forte na Europa e uma Europa mais forte no mundo”, conclui.
