Nenhuma instituição pública ou privada do concelho de Amares esteve presença na cerimónia de assinatura do protocolo para a requalificação do Mosteiro de Amares. O ‘Terras do Homem’ sabe que a cerimónia decorreu, esta semana, entre a Secretaria de Estado do Turismo e a empresa que ganhou o concurso público, mas a Câmara não foi convidada. A data para a formalização do contrato era até amanhã.
Recorde-se que a assinatura do contrato de concessão esteve marcada para Amares, mas foi adiada pelo Governo “por causa do aumento dos casos Covid-19” que se verificou na altura. O argumento nunca convenceu o Presidente da Câmara.
Como nunca mais houve qualquer contacto oficial por parte do Governo, a Câmara de Amares questionou Rita Marques sobre a realização da cerimónia: “fomos informados que não haveria qualquer cerimónia e que o contrato ir ser assinado apenas entre a Secretaria de Estado do Turismo e a empresa que ganhou o concurso”. Uma resposta que não agradou a Manuel Moreira.
O autarca fez saber do seu desagrado pela forma como assunto foi tratado e ‘ameaçou’ fazer uma conferência de imprensa dando conta da assinatura do contrato e da ausência do Município. Na resposta, Rita Marques confirmou que o acordo já tinha sido assinado esta semana e prometeu fazer o lançamento da primeira pedra, numa cerimónia a marcar nos próximos dias.
