“A artista que mais projetou Portugal no Mundo”. Foi assim que o diretor geral da Escola Profissional Amar Terras Verde, João Luis Nogueira, se referiu a Amália Rodrigues, na inauguração de uma exposição, que através de discos em vinil, conta o percurso da fadista. Patente no auditório da EPATV, a mostra tem 13 painéis que contam a história de Amália “através dos anos e das edições discográficas”.
João Luis Nogueira lembrou que a cantora foi “uma cidadã solidária com os presos pela PIDE”. E lembrou o papel da escola na “transmissão de conhecimento, sabedoria e informação verdadeira”, dando como exemplo a exposição que pode ser vista até 30 de abril.
Comissariada por José Moças, todos os discos fazem parte do seu espólio: “Amália editou 670 LP’s em todo o Mundo e esta exposição é uma pequena mostra desse grande interesse que a voz de Amália despertava, através dos anos e das edições discográficas”.
Nascida em 1920, a fadista fazia 100 anos em 2020, ano em que esta exposição foi inaugurada, mas que “a pandemia interrompeu. Por isso, espero que esta exposição marque o regresso depois da pandemia, até porque tal como Amália, esta é uma exposição intemporal”.
