O PS de Vila Verde apresentou uma proposta, na última Assembleia Municipal, onde propõe ao executivo uma melhoria na qualidade das refeições escolares pela voz de Emanuel Machado e depois de uma notícia ter dado conta de problemas numa dos estabelecimentos de ensino.
“As imagens e o vídeo comprovam o quão as nossas instituições educativas carecem de investimento, sendo constantemente o parente pobre das ações levadas a cabo na grande totalidade dos municípios, uma vez que não acrescentam “votos” no imediato”, começou por referir, lembrando que “o investimento da administração central for de cinco milhões para
o nosso concelho, transferidos também no âmbito da delegação de competências, e o município de Vila Verde ter orçamento apenas o investimento de 4 milhões e 700 mil euros. Dirão que são somente 300 mil euros. A verdade é que 300 mil euros faz toda a diferença nesta área tão nevrálgica da sociedade. Indubitavelmente, este montante de que vos falo serviria para evitarmos situações como a ocorrida naquele dia tão deprimente”.
Segundo Emanuel Machado, “continuamos com uma mentalidade mesquinha de investimento apenas nas infraestruturas, em muros renovados, deixando de parte o investimento no capital humano, na oferta de condições de qualidade que facilitem o sucesso educativo de todos os nossos jovens, independentemente da sua condição social e económica”.
Depois de pedidos de esclarecimentos do PS, dos quais não “tiveram uma resposta objetiva e resolutiva” e de um agendamento cancelado com os Encarregados de Educação “por incompatibilidade de agenda, não fosse, essa incompatibilidade, simplesmente um jantar de Papas de Sarrabulho à moda dos Vinte no famoso certame da ‘Feira dos Vinte’, o deputado socialista acusa: “ou o município, deliberadamente, procurou-se refugiar no silêncio ou a gestão escolar está num verdadeiro desnorte. E, na verdade, quer uma, quer outra, são condutas graves, para não dizer gravíssimas”.
O PS pergunta “porque não investir de novo nas infraestruturas que esta instituição escolar em causa e outras dispõem, e que no passado foram desativadas, centralizando-se a custo do envio de refeições sem qualidade para os discentes”.
