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CEMGFA distingue militares e civis do Polo do Porto do Hospital das Forças Armadas

O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), Almirante António Silva Ribeiro, condecorou os militares e civis que mais se distinguiram no cumprimento da missão do Hospital das Forças Armadas – Polo do Porto (HFAR-PP).

No seu discurso, o Almirante Silva Ribeiro salientou a forma como os militares e civis agraciados “têm servido no Hospital das Forças Armadas, contribuindo, com o seu desempenho individual para o sucesso no cumprimento da missão do HFAR, de apoio a todos os militares, à família militar e ao país, em especial no Norte de Portugal”.

O CEMGFA destacou ainda o trabalho dos militares e civis deste hospital, no apoio a diversos idosos de diferentes lares do Norte, “no contexto da vaga inicial desta pandemia, que foi particularmente dura para a região, na qual as Forças Armadas souberam responder às necessidades do país e dos cidadãos, sendo de inteira justiça reconhecer a dedicação e profissionalismo destes militares e civis”.

Na cerimónia, que decorreu nas instalações do hospital, o Almirante CEMGFA condecorou ainda, com a Medalha da Cruz de S. Jorge – 2ª Classe, a Dr.ª Ana Maria Príncipe, pelo “extraordinário trabalho que tem desenvolvido em prol do bem-estar das crianças internadas em serviços de pediatria, através do projeto «Marinheiros da Esperança», e da melhoria das condições do Hospital das Forças Armadas, através das múltiplas iniciativas que desenvolveu neste contexto tão exigente de pandemia que atualmente vivemos, contribuindo para a melhoria das condições deste hospital e da imagem das Forças Armadas junto da sociedade.”

No final da cerimónia, foi descerrado um quadro oferecido por Isabel Saraiva às Forças Armadas, como forma de agradecimento pelo “serviço contínuo a Portugal quer ao longo da história, nomeadamente no papel determinante que tiveram para que o 25 de abril acontecesse, mas também pelo sentido de estratégia implementado no ataque à COVID-19 em todo o país, para apoio à população mais envelhecida e à população em geral”.

Esta obra, que ficará patente em permanência no Hospital das Forças Armadas – Polo Porto, representa o “desdobrar das linhas da nossa esfera armilar, para celebrar abril também além fronteiras através deste Mar de Esperança que nos uniu ao mundo, reforçado hoje na diáspora”.

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