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Música, cinema, teatro e dança num setembro rico no Theatro Circo

Finda a pausa de verão, o Theatro Circo está de volta a todo o vapor num mês de setembro abundante nas mais variadas artes performativas.

Para o primeiro fim de semana de programação, a Noite Branca toma de arrasto o Theatro Circo com atividades diversas. Na sexta-feira, dia 6, às 19h00, Budda Power Blues convida a Orquestra Comunitária Braga Blues num espetáculo pensado para a Noite Branca; no domingo, dia 8, às 17h00, a Orquestra Filarmónica Portuguesa interpreta Felizmente Há Luar! de Luís de Sttau Monteiro, com música e libreto de Alexandre Delgado e encenação de Allex Aguilera. Ao longo de todo o fim de semana, a Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura programa três atividades entre a Sala de Fumos e o Salão Nobre – a Sala Tranquila é um refúgio da azáfama da Noite Branca;
na Câmara dos Segredos o público é desafiado a refletir sobre o que mais valoriza na cultura da cidade e do país e a descobrir os projetos da Braga 25 que se alinham com seus gostos e preferências; o WISHWALL – Muraldos Desejos é uma instalação de grande escala que convida o público a celebrar os sonhos individuais e coletivos de todos os que vivem a cidade de Braga.

Integrado nas comemorações oficiais do Centenário do Nascimento de Amílcar Cabral, o PARAÍSO regressa ao Theatro Circo e convida um leque de artistas proporcionando espetáculos e conversas que reflitam temáticas ligadas à história do movimento negro em Portugal, à vida de Amílcar Cabral, e à inovação e tradição na música lusófona. No Theatro Circo, Djam Neguin apresenta o espetáculo de dança AMI.LCAR no dia 13, sexta-feira, às 21h30 (estreia em Portugal ), e Soraia Ramos apresenta o seu mais recente disco Cocktailno sábado, dia 14, também às 21h30. Nesta nova edição, o PARAÍSO habita, além do Theatro Circo, o gnration e, pela primeira vez, acontece fora de portas, na Livraria Centésima Página.

No dia 20, os criadores Hugo Calhim Cristovão e Joana von Mayer Trindade trazem Suores de Mele a Morte Não Terá Domínio, uma criação de dança que celebra a insubmissão e a revolução, inspirada no 25 de abril e nas obras de vários autores como Eduardo Lourenço, Fernando Pessoa e Natália Correia. No dia 21, terá lugar mais um espetáculo do ciclo Contraponto, Música norte-americana do nosso tempo com a Orquestra Sem Fronteiras, dirigida por Martim Sousa Tavares, e associado ao espetáculo, teremos Contexto, uma conferência com André Barata e Martim Sousa Tavares. Também no dia 21, às 15h00, o espetáculo infantojuvenil Álbum de Família, da criadora Costanza Givone, pretende refletir sobre a enorme variedade de famílias que hoje existem.

Ao longo do mês de setembro, às segundas-feiras, teremos as habituais sessões de cinema. No dia 9 é exibido ‘A Máscara de Ingmar Bergman’, a dia 16 é a vez de ‘Mais Que Nunca’ de Emily Atef, e no dia 30 0 pequeno auditório tem os olhos postos em ‘Rei UBU’, o mais recente filme do realizador Paulo Abreu.

Os bilhetes estão disponíveis no Theatro Circo, locais habituais, e online em www.bol.pt.

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