Uma obra de arte que evoca os estaleiros e a vida do mar da comunidade piscatória de Esposende, da autoria de Luís Canário Rocha, será erigida junto à marginal da cidade. Inserida no programa de residências artísticas “Amar o Minho”, esta obra complementa o projeto de arte urbana que o Município de Esposende implementou na marginal da cidade – no âmbito do projeto “Esposende SmartCity” – e que se prolongará para o futuro Parque da Cidade.
À vocação turística de Esposende surge agora associada a vertente cultural, com disponibilização de arte urbana, suportada na matriz que potencia os processos criativos, enquanto espaço privilegiado para envolver o autor, a obra, o público e o território.
O Município de Esposende já diligenciou no sentido de ser construída a parede, onde Luís Canário Rocha estará em residência artística de 7 a 14 de setembro, prevendo-se que seja inaugurada a 26 de setembro, no âmbito do leque de atividades das Jornadas Europeias do Património.
Este programa de residências artísticas faz parte do projeto Amar o Minho e constitui-se como uma das linhas de ação do consórcio Minho IN, para promoção da marca Minho, do ponto de vista cultural e turístico. O consórcio Minho IN é constituído pelas três comunidades intermunicipais da região: CIM do Alto Minho, CIM do Cávado e CIM do Ave, que representam 24 municípios.
A zet gallery é responsável pela coordenação artística do programa de residências artísticas, tendo como curadores do projeto Helena Mendes Pereira e Rafael Vale Machado.
As residências artísticas iniciaram-se no passado mês de junho e prolongam-se até junho de 2021, percorrendo os 24 municípios e abarcando áreas com arte em espaço público, artesanato, fotografia, música, dança e literatura com criadores nacionais e internacionais. Alguns dos criadores convidados farão residência em mais do que um município, potenciando pontos de contacto no território.
No âmbito do projeto Esposende SmartCity foi inaugurada a obra “octo_ _ _ _”, de Pedro Tudela e Miguel Carvalhais, “Padrão do Mar”, de Volker Schnüttgen e “Mulheres do Mar”, de Vhils.
