Risco máximo de incêndio leva ao terreno 150 militares para prevenção de incêndios

​A Marinha e o Exército estão a empenhar, a partir de hoje, e até ao próximo dia 14 de setembro, 150 militares distribuídos por 25 patrulhas diárias, 6 da Marinha e 19 do Exército, em ações de vigilância terrestre e patrulhamento dissuasor, em 17 distritos de Portugal Continental, por forma a minimizar o risco de incêndios florestais.

Este empenhamento resulta de um pedido da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), ao Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

Estes militares somam-se aos 145 que já se encontram nas mesmas funções em grande parte do território nacional. A saber, 108 militares da Marinha e do Exército, no âmbito do Plano Faunos, em apoio ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, e 21 militares do Exército no âmbito de protocolos municipais, em missões de vigilância, dissuasão e sensibilização da população, 6 militares da Força Aérea, a operar dois helicópteros “Koala”, que realizam operações de Reconhecimento, Avaliação e Coordenação de outros meios aéreos no combate aos incêndios rurais e ainda 10 militares da Força Aérea, a operar dois sistemas de aeronaves não tripuladas, com o objetivo de reforçar a capacidade de vigilância aérea e deteção de fogos, em apoio à Guarda Nacional Republicana e ANEPC.

O EMGFA, através dos seus oficiais de ligação aos Comandos Distritais de Operações de Socorro, mantém o acompanhamento, em permanência, do evoluir da situação operacional.​

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