Agentes da PSP vão percorrer de bicicleta a mítica EN2 entre eles dois amarenses

Dez agentes da PSP, todos do Comando Distrital de Braga, entre os quais dois elementos radicados em Amares, o chefe António Ferreira e o agente Carlos Oliveira, vão percorrer de bicicleta partir de terça-feira, a mítica Estrada Nacional 2 que liga Chaves a Faro.

Curiosamente tudo começou com a parceria que vem dos tempos de escola entre o capitão da equipa, o agente da PSP de Braga, Avelino Ferreira, e o patrocinador da iniciativa, o empresário Custódio Correia, estudaram ambos na freguesia de Vimieiro, em Braga.

A EN2 é a maior estrada europeia e a terceira mais longa do mundo, logo a seguir à Route 66 norte-americana e à Ruta 40 argentina, sendo a única estrada nacional que atravessa Portugal, de lés a lés, “constituindo uma experiência indescritível”, afirmou o capitão da equipa, Avelino Ferreira, com 52 anos, agente-principal da 2ª Esquadra da PSP de Braga, antes da aventura de quatro dias.

A Estrada Nacional 2 é a “espinha dorsal” de Portugal, entre Chaves a Faro, passa em 35 concelhos, onze distritos, começando em Trás-os-Montes até ao Algarve, passando pelas Beiras e pelo Alentejo, percorrendo quatro serras e onze rios, sendo que os agentes da PSP, com a paixão comum pelas bicicletas, percorrerão também os centros de todas as povoações, carimbando assim o “passaporte” criado pela Associação da EN2.

Os dez ciclistas que partirão nesta aventura são Avelino Ferreira, António Lopes, António Ferreira, Manuel Vinhas, Luís Pinto, António Morais, Miguel Ribeiro, António Pereira, Paulo Rodrigues e Carlos Oliveira, com apoio de outro agente da PSP, Joaquim Martins. Em jeito de antecipação, esta segunda-feira partirão de Braga para Chaves três agentes da PSP, Avelino Ferreira, Miguel Ribeiro e António Morais, através da EN 103.

O CEO do Grupo Socicorreia, Custódio Correia, afirmou que “tudo começou por termos sido, eu e o capitão da equipa, Avelino Ferreira, colegas de escola, tendo muito gosto em dar o meu apoio a esta iniciativa, porque não esperando retorno financeiro do patrocínio, o que me entusiasma é o prazer de ver andar os ciclistas e a ligação deste desporto com a natureza, os portugueses sempre gostaram muito de ciclismo e de felicitarem os ciclistas”.

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