ATAHCA pede à Ministra da Coesão reforço de verba para programa de promoção ao emprego

O Presidente da ATAHCA, José Mota Alves, entregou hoje um memorando à Ministra da Coesão sobre o +CO3SO Emprego, programa de promoção ao emprego que no Cávado é gerido pela Associação de desenvolvimento local.

Na missiva, Mota Alves, explica que “a procura excedeu muito as previsões devido ao trabalho efetuado no território. Se forem aprovadas todas as candidaturas com mérito será necessário um reforço de quase sete milhões de euros, permitindo a criação de 173 novos postos de trabalho”.

Por isso, pediu o reforço da dotação financeira do +Co3SO Emprego.

Mota Alves alertou, ainda, para os prazos do apoio financeiro. “O período máximo de duração do apoio financeiro será de 36 meses, com data de fim de 31 de dezembro de 2023, mas como ainda não foram contratualizadas nenhumas operações com beneficiários, porque não existem aprovações definitivas e as respetivas comunicações, quem não contratualizou, porque aguarda a aprovação, já não beneficiará da totalidade do período previsto nos avisos do concurso”.

Ora, o presidente da ATAHCA quer “uma rápida aprovação das operações com mérito e comunicação aos beneficiários para contratualizarem os recursos financeiros”.

Questionada pelo ‘Terras do Homem’, Ana Abrunhosa, revelou que “está previsto um reforço de verbas para o +CO3SO”. A Ministra referiu que “as indicações que há é para não deixar para trás uma candidatura que tenha mérito. Tivemos uma procura muito grande e agora temos que ver se essa quantidade corresponde à qualidade”.

Segundo a governante, já foram aprovados cerca de 70 milhões de euros, num total de 90 milhões, que levarão à criação de 1220 postos de trabalho. “Falta concluir a análise de um conjunto grande de candidaturas”, reconheceu, “nós analisamos praticamente 40% das candidaturas e queremos concluir as restantes até final de janeiro”.

Por isso, Ana Abrunhosa, diz que “vamos ultrapassar os nossos objetivos e só poderemos responder a todas as candidaturas reforçando a dotação inicial”. Esclareceu, ainda, que “os 36 meses contam desde que o projeto começa a ser executado e não tem que ser obrigatoriamente esse tempo, houve entidades que nos pediram apoio por um ano, por dois anos. O prazo dos 36 meses é o prazo máximo”.

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