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ZETHAUS lança reflexão europeia sobre o futuro da construção industrializada

A ZETHAUS, marca de construção industrializada do dstgroup, estreia-se no palco internacional com dois simpósios inéditos em Itália, na Trienal de Milão (7 de novembro) e na Faculdade de Arquitetura de Veneza (19 de novembro).

Com curadoria de Roberto Cremascoli e Camilla Donantoni, e sob o mote ININ, a iniciativa convoca arquitetos, artistas, curadores e pensadores para repensar o modo como construímos e habitamos o mundo.

O dstgroup torna-se, assim, o primeiro grupo empresarial português a promover sessões internacionais dedicadas à construção industrializada — um tema que, apesar de decisivo para o futuro das cidades e da habitação, ainda é pouco explorado em Portugal e na Europa do Sul.

“As coisas não estão a funcionar bem. A Casa Comum está exaurida. As cidades não estão democratas e não estão, por isso, sociais nem inclusivas. Queremos, então, ter uma proposta para sacudir os estigmas e os preconceitos associados à habitação e às cidades. Queremos aproveitar a nossa agenda mobilizadora e a nossa presença em Veneza e em Milão, no âmbito da Bienal e na Trienal de arquitetura, para questionar sobre o poder da beleza; sobre o valor do desenho; sobre a harmonia e o equilíbrio; sobre a casa que desafia os seus hóspedes a serem funambulistas, em que a rede é o chão da casa; sobre o que a arquitetura pode fazer para aliviar a dor infligida pela pobreza; sobre a ascese e a espiritualidade na casa; sobre o espaço público da casa — sobre a mesa na casa; sobre o lugar de refúgio e de compensação que a casa anima e salva; sobre o espaço e o tempo da casa para, ao mesmo tempo, conciliar a inquietação, o descanso e o pensamento; sobre a capacidade da casa receber a alma de quem a vai habitar, com as suas manias e as suas idiossincrasias; para que a casa possa receber e acolher todos os diferentes olhares de quem a vai habitar, pois a beleza está sempre no olhar de quem vê. Uma arquitetura que é, no pensamento e na ação, cuidada, quer quando é feita para ricos, quer quando é feita para pobres”, contextualiza José Teixeira, presidente do dstgroup.

Com esta iniciativa, a ZETHAUS rompe com a tradição e posiciona-se como força de vanguarda num setor que está a reinventar o modo de produzir arquitetura e de executar engenharia, onde a técnica se torna linguagem e a engenharia se converte em arte.

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